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23 de agosto de 2013

About the visits...

Confesso que este é um tema que me assusta e admito que até seja um tema relativamente sensível... 

O que dizer sobre as visitas da família e amigos na maternidade e em casa imediatamente depois do parto?

É um assunto que me tem passado pela cabeça desde à algum tempo, mas agora que já entrei no último trimestre chega a altura de realmente começar a pensar neste assunto mais a sério. Tinha (e TENHO...) cá para mim que é para além de ser um momento de pura felicidade e de muita ternura, o nascimento de uma criança é também um momento caótico para o casal, num misto de ansiedade, insegurança, aprendizagem e muito, muito cansaço...

Na visita à maternidade a enfermeira aconselhou a não ter muitas visitas no hospital (apesar dizer que sabia que esta é uma questão difícil de contornar para as famílias...):

  • primeiro pelo cansaço da mãe (sim... gravidez não é doença mas moí o corpo duma mulher, não tenham dúvidas disso...);
  • pelo cansaço da criança (e avisou logo que a criança andar de colo em colo nos primeiros dias não é nada bom, porque fica muito moída e com cólicas, o que depois resulta em más noites, e nesse altura as visitas estão em casas e é a mãe que fica no hospital sem dormir...);
  • por último por uma questão de prevenção no que diz respeito a bactérias trazidas de fora do hospital... 

Eu e o meu Bruno já falamos sobre este assunto, e como em tudo ao longo da gravidez, também concordamos neste assunto. As visitas nos primeiros dias na maternidade deverão ser só para a família mais próxima (o que no nosso caso compreende, irmãos, pais e avós). Durante mais ao menos as primeiras semanas ou mesmo durante o primeiro mês, as visitas deverão ser espaçadas e fazer uma tentativa de não encher a casa com uma equipa de futebol. 

Acredito, como já disse, que seja um momento de mudança para o casal e que deve ser respeitada a vontade dos pais. Receber pessoas em casa num momento tão grande de mudança deve ser não só bastante cansativo, como também difícil de coordenar uma vez que o bebé e os pais ainda se estão a habituar às rotinas quotidianas, e aos horários. 

Acredito ainda que possa ferir susceptibilidades no que diz respeito a este assunto, mas esta é mesmo a nossa maneira de pensar, e espero mesmo que a respeitem. Sobre este assunto li um artigo dum psicólogo que gostei muito e se quiserem saber mais leiam aqui.

1 comentário:

Gabi disse...

Minha linda...

Já to disse uma vez e repito as vezes todas que precisares para te habituares à ideia... Da minha parte: "DEVES TER CÁ UMA SORTE!"

Eu respeito o conceito e tudo o mais, faz tudo sentido para mim, mas ou me botas na listinha da família ou bem que estás tramada!

Acho que sabes que eu sou gaja para correr o país inteiro para estar 5 minutos com uma mamã à beira da loucura (e a criancinha bem se pode manter na redoma de vidro e à distância que eu tenho assim um tipo de alergia que só passa ao fim de uns quatro meses).

Bêjos!