Depois de um pequeno precalço com as fotografais tiradas nas fantásticas férias nos Açores, parece que o Natal chegou mais cedo e já se conseguiu recuperar as ditas. Assim, para quem estiver interessado as fotos já estão no seu post correspondente.
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7 de novembro de 2007
20 de maio de 2007
São Miguel II ...
Dia 6 (Sexta):
Neste terceiro dia em S. Miguel aproveitamos para conhecer melhor a cidade, o principal centro populacional desta ilha açoriana. A monumentalidade dos seus edifícios mais antigos e o seu valor arquitectónico é fantástico, sendo eles hoje na sua maioria, redutos da vida política, administrativa, religiosa e cultural, não só micaelense, como também açoriana.
Começando pelas Portas da Cidade, verdadeiro ex-libris de Ponta Delgada com os seus três i
mponentes arcos construídos no séc. XVIII, convidando a um passeio cultural pela cidade, talvez mereçam especial destaque, pela sua importância e valor histórico: as três imponentes Igrejas paroquiais das três freguesias da cidade, a da Matriz de São Sebastião, a de São Pedro e a de São José; a Igreja São Pedro; o Convento e Capela de Nossa Senhora da Esperança; a Igreja do colégio; o Forte de São Brás; a Igreja de Santo Cristo; a Igreja de Nossa Senhora da Conceição; o Palácio de Sant’Ana; o Convento de Santo André... Além destes, outros há que, não possuindo a grandiosidade dos mencionados, apresentam no entanto curiosos exemplos de arquitectura urbana do séc. XVII ao XIX que completam o panorama arquitectónico de Ponta Delgada, merecendo por isso um pouco da nossa atenção.
Neste terceiro dia em S. Miguel aproveitamos para conhecer melhor a cidade, o principal centro populacional desta ilha açoriana. A monumentalidade dos seus edifícios mais antigos e o seu valor arquitectónico é fantástico, sendo eles hoje na sua maioria, redutos da vida política, administrativa, religiosa e cultural, não só micaelense, como também açoriana.
Começando pelas Portas da Cidade, verdadeiro ex-libris de Ponta Delgada com os seus três i
Seguimos para Fãja de Baixo, onde visitamos uma plantação de ananás, um fruto que no século XIX surgiu como mais uma alternativa à praga que matou os laranjais, que permitiam que a ilha exportasse citrinos para Inglaterra e Norte da Europa. Hoje os Açores estão associados ao ananás, e, nas plantações, os produtores vendem directamente os seus
produtos.
Demos um pulinho a Vila Franca do Campo. A subida à Ermida da Senhora da Paz, autêntico Santuário Mariano construído no cimo do monte proporciona uma excelente vista panorâmica sobre a vila, tendo por cenário de fundo o Ilhéu. O Ilhéu da Vila, Reserva Natural que dista cerca de 1 Km da costa e para o qual existe, diariamente e sobretudo no Verão, uma carreira de transporte regular de passageiros.
Dia 7 (Sábado):
Seguimos para as Caldeiras, zona de manifestações de vulcanismo activo, onde de várias bocas brotam géiseres de água fervente e lamas medicinais e onde existe uma série de bicas vertendo águas minerais de diversos sabores e temperatura, o que faz das Furnas uma das mais ricas regiões hidrológicas da Europa.
Subindo da Várzea para o interior da ilha, em direcção à cumeada e desta descendo ao fundo da enorme caldeira que se nos depara, a pitoresca e atraente freguesia das Sete Cidades com as suas duas magníficas Lagoas, a Verde e a Azul, é razão forte para mais um inebriante momento de estreito contacto com a Natureza e com o de belo que ela nos pode dar.
Dia 8 (Domingo):
A manhã foi de despedida, de arrumar malas, de levar os últimos cheiros e sabores da nossa Atlântica. Almoçamos no centro de Ponta Delgada, no Restaurante Mercado do Peixe, um marco gastronómico na cidade...
Açores até um dia...
Terceira...
A Ilha Terceira está situada a 27º 10' W e 37º 43' N e conjuntamente com as ilhas de Graciosa, São Jorge, Pico e Faial formam o grupo Central do Arquipélago dos Açores. O seu povoamento iniciou-se em 1450. O seu nome vem do facto de ter sido a terceira ilha do arquipélago a ser descoberta, embora no início, fosse chamada de Ilha de Jesus Cristo.
Dia 4 (Quarta):
Chegámos à Base das Lajes num dia de Sol. A aterragem foi perfeita e do céu vislumbrámos uma enorme manta de "farrapos" em tons de verde... Seguimos dali para a Praia da Vitória para assegurar a dormida. Ficámos alojados no acolhedor Hotel Residencial Terezinha, www.hotelteresinha.net, situado a 500 metros da praia e da marina. Percorremos a pacata vila acabando por almoçar num fantástico restaurante italiano - La Barca - o melhor onde eu já comi entre ilhas e continente...

Depois fomos vestirmo-nos a rigor, a tarde era de festa com o casamento da Joana e do Pedro, umas das razões da nossa visitinha às ilhas açorianas. Até lá aproveitamos para ir vislumbrando a paisagem da ilha até ao local do casamento, Porto Martins. Foi lindo, ela estava lindo, ela a rigor, com limusine, rosas, bolo, festa... enfim... lindo! Já estou cheia de saudades da minha mana dos Açores.
Dia 5 (Quinta):
Acordamos cedinho e rumamos a umas das mais lindas cidades património mundial da UNESCO, Angra. A associação de Angra aos descobrimentos marítimos dos sécs. XV e XVI através do seu porto, que foi escala obrigatória das frotas de África e das Índias,
e de ser um exemplo da criação de uma cidade ligada à função marítima, levou a UNESCO a inscrever, a 7 de Dezembro 1983, Angra do Heroísmo na lista do Património Mundial.
Acordamos cedinho e rumamos a umas das mais lindas cidades património mundial da UNESCO, Angra. A associação de Angra aos descobrimentos marítimos dos sécs. XV e XVI através do seu porto, que foi escala obrigatória das frotas de África e das Índias,
e de ser um exemplo da criação de uma cidade ligada à função marítima, levou a UNESCO a inscrever, a 7 de Dezembro 1983, Angra do Heroísmo na lista do Património Mundial.Angra foi a primeira cidade fundada no arquipélago, revelando-se desde cedo como o grande porto dos Açores. A importância estratégica da cidade para as rotas atlânticas ficou simbolicamente comprovada pela paragem da frota de Vasco da Gama em 1499 na primeira viagem de regresso da Índia e pela posterior fundação da Provedoria das Armadas, sediada em Angra e que tinha como função proteger as frotas da Carreira da Índia. O facto da malha da cidade ainda hoje mostrar claramente a sua história urbana deve-se ao decrescer da importância de Angra no contexto do espaço do arquipélago e consequentemente a uma certa estagnação económica, iniciada essencialmente a partir do século XIX. Com um porto pequeno para o novo comércio, a velha baía perdeu o título de grande porto dos Açores para as docas de Ponta Delgada e da Horta, apetrechadas com modernos portos artificiais. Mais recentemente a construção do porto comercial na Praia da Vitória libertou definitivamente a baía de Angra para fins turísticos e de lazer.
Depois de uma breve pausa para o almoço, seguimos para o interior, sem nunca deixar de ver o mar... Visitamos o Algar do Carvão, com cerca de 100 metros de
profundidade, é formado por grutas, onde existem, maravilhosas estalactites e estalagmites, que eu com as minhas manias de claustrofobia não quis ver... enfim... manias... Ficou a paisagem! Seguimos para as Furnas do Enxofre, uma zona de fortes manifestações vulcânicas, estando classificadas como monumento natural regional desde 2004.
profundidade, é formado por grutas, onde existem, maravilhosas estalactites e estalagmites, que eu com as minhas manias de claustrofobia não quis ver... enfim... manias... Ficou a paisagem! Seguimos para as Furnas do Enxofre, uma zona de fortes manifestações vulcânicas, estando classificadas como monumento natural regional desde 2004.De novo em direcção ao mar, chegámos à vila de Biscoitos, uma zona de vinhos, divididas em "curraletos". Visitámos o "grande" mas interessante Museu do Vinho, fundado pela Casa Agrícola Brum, que reúne um conjunto de instrumentos, fotografias e outros documentos, relativos à produção do vinho.
A visita à bela Terceira estava a chegar ao fim... já noite chegámos novamente a S. Miguel...
16 de maio de 2007
Pico...
Dia 3 (Terça):
Bem... depois de um acordar cedo, a viagem para a bela Ilha do Pico correu pelo melhor, com a excepção do barulho das hélices... enfim... aviões...

Chegámos ao aeroporto e fomos recebidos pelas senhoras do rent-a-car Ilha Verde. Foram 5 estrelas e acabaram por nos sugerir um sítio para passar a noite fantástico - Aldeia da Fonte (http://www.aldeiadafonte.com/). O dia começou na vila da Madalena. Dali seguimos para o Pico, ou melhor, para onde a estrada segue até ao Pico. Depois de vislumbrar daquela vista maravilhosa, seguimos em direcção a Lajes do Pico onde almoçamos.
Dia 4 (Quarta):
Depois de uma noite muito bem dormida rumamos à aerogare do Pico para partirmos numa nova aventura, a ilha Terceira...
São Miguel...
Partimos de Lisboa num Sábado à tardinha... A viagem correu bem, com o pequeno aparte de eu não gostar muito de aviões!!! Chegámos a São Miguel ao anoitecer e depois de nos instalarmos fomos jantar. Como um centro comercial ao pé de casa - Parque Atlântico, não resistimos o fomos provar a comidinha de fast food açoriana :)
Devido a um pequeno (GRANDE) problema técnico do cartão memória da máquina digital, ainda não nos foi possível ver as mil e muitas fotografias que tiramos nos primeiros dois dias... Mas como diz o meu amorzinho, nada está perdido!!!
Devido a um pequeno (GRANDE) problema técnico do cartão memória da máquina digital, ainda não nos foi possível ver as mil e muitas fotografias que tiramos nos primeiros dois dias... Mas como diz o meu amorzinho, nada está perdido!!!

Dia 1 (Domingo):
À noite jantámos num lugar fantástico, Restaurante Mercado do Peixe, junto à marginal de ponta Delgada. E nada melhor para um serão do que ver uma actuação do Grupo de Fados de Coimbra da Universidade do Algarve - INVERSUS.
Dia 2 (Segunda):
No segundo dia partimos em direcção a um segunda tentativa de ver a Lagoa do Fogo. É uma vista fantástica e aconselho a todos o que forem a Ponta Delgada ...
6 de maio de 2007
Descobrir os Açores...
São nove lugares de aventura, nove surpresas de encantar: golfinhos e baleias saltam no mar, as paisagens – de natureza vulcânica coberta de verde – são inesperadas, tufos de hortênsias liláses dividem os pastos, lagoas azuis e verdes, crateras de vulcões extintos, terra fumegante. Nove lugares mágicos no meio do Atlântico. As outras ilhas à distância duma pequena viagem de barco. Observe o Pico, a partir do Faial. É provável que o cume se eleve acima das nuvens de algodão em rama...
Decidimos descobrir a “nossa” Atlântida e fomos à descoberta dos Açores...
Atlântida...
Muitos foram os livros que se escreveram sobre esse lugar lendário, contanto tantas histórias quantos os escritores e os investigadores que se debruçaram sobre o assunto. Desde Platão que no seu livro de Timeo disse:"Pois, naquele tempo, podia-se atravessar o mar. Tinha uma ilha diante dessa passagem que vós chamais as colunas de Hércules. Esta ilha era maior que a Líbia e a Ásia reunidas. Os viajantes daqueles tempos podiam passar desta ilha para outras ilhas, e dessas ilhas podiam alcançar o continente, na margem oposta deste mar que merecia verdadeiramente o seu nome..."
Jiroff, cientista Russo, que define desta forma a geografia da Atlântida: "Segundo a nossa opinião, a Atlântida compunha-se de três partes: a ilha setentrional chamada Poseidonis, a de maior tamanho, situada ao pé do antiplano das actuais ilhas dos Açores; a estreita ilha central da Antília, situada mais ao Sul; e o Arquipélago Equatorial que chegava até às proximidades do Equador, perto dos actuais recifes de São Paulo".
Jiroff, cientista Russo, que define desta forma a geografia da Atlântida: "Segundo a nossa opinião, a Atlântida compunha-se de três partes: a ilha setentrional chamada Poseidonis, a de maior tamanho, situada ao pé do antiplano das actuais ilhas dos Açores; a estreita ilha central da Antília, situada mais ao Sul; e o Arquipélago Equatorial que chegava até às proximidades do Equador, perto dos actuais recifes de São Paulo".
Algumas lendas também fazem referência à Atlântida, principalmente ao arquipélago do Açores...
Será ???
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