3 anos do meu pequenino... que já não tem muito de pequenino, mas antes de rapazito meio rebelde, mas ao mesmo tempo muito mimoso e carinho... Um rapazito que todos os dias no dá cabo da paciência mas por outro lado nos enche o coração. Um mano crescido que adora a irmã e lhe arranca as mais doces gargalhadas... 3 anos de ti, meu pequeno Sebastião...
Ora cá por casa são os filmes da Disney os que mais passam, e ultimamente o do Nemo (até porque o merchandising relativamente ao Finding Dory enche todas as lojas, e o Nemo acaba por vir a reboque). Além disso o pequeno Sebastião anda numa fase de puzzles e os do Nemo/Dory foram assim durante um tempo a verdadeira loucura cá por casa.
Nao sei se vamos a tempo de mudar o mundo na nossa geração... Talvez o consigamos mudar para a geração dos nossos filhos... assim espero!
"There's a place in your heart And I know that it is love And this place could be much Brighter than tomorrow And if you really try You'll find there's no need to cry In this place you'll feel There's no hurt or sorrow
There are ways to get there If you care enough for the living Make a little space Make a better place
Heal the world Make it a better place For you and for me And the entire human race There are people dying If you care enough for the living Make it a better place For you and for me"...
A portrait of my child, once a week, every week, in 2015
50 | 2015
Está tão crescido meu pequenino... Foi uma boa semana, uma semana cheia de mimos do tio João e da Tati... Foi um fartote de brincadeiras e de muita correria... Andaste um bocadinho acelerado, esta coisa da adolescência infantil, ou dos conhecidos "terrible two", têm atacado com mais força... Tu estás a crescer e queres conhecer o mundo todo de uma só vez... infelizmente nem sempre isso é possível e vais ouvindo algumas (muitas) vezes a palavra não... Não leves a mal meu pequenino, mas tem mesmo que ser... é só uma fase que, com todas as outras, vai passar!
Rosto da casa de moda francesa desde 2013, o actor australiano Simon Baker fez mais uma aparição na nova campanha publicitária da Givenchy - Gentlemen Only Casual Chic. Não sou moça de bicicletas... (nestes anos todos em Amesterdão ainda não tenho bicicleta) mas se este senhor depois de Paris quiser passar em Amesterdão, e parar aqui ao pé de casa eu não me importo nadita de dar um voltinha ツ
*uma voltinha na bicicleta que é gira e tal...
nada de más interpretações que sou uma mulher casada!!!
Mais do que as roupas, os vestidos, as gafes, os que as vedetas comem, o que bebem e coisa e tal, o que fica sem dúvida da cerimónia desde ano é o discurso de Patricia Arquette, distinguida como Melhor Actriz Secundária pelo filme "Boyhood".
"To every woman who gave birth, to every taxpayer and citizen of this nation, we have fought for everybody else’s equal rights, it’s our time to have wage equality once and for all, and equal rights for women ..."
Esta semana, aproveitamos o facto de eu ter descansado baste durante o dia, e assim, fresca que nem uma alface, já me conseguia aguentar num cinema duas horas sentada... Fomos ver o aclamado La cage dorés, ou no nosso português A Gaiola dourada. Ora que adoramos o filme e eu acabei a chorar que nem uma madalena arrependida (e não de ter sido fruto das hormonas não senhor) quando a actriz Catarina Wallenstein (e a moça canta bem como o raio... acreditem...) canta o fado Prece, eternizado pela nossa Amália, de uma forma extremamente emotiva e sentida...
O filme retrata a história de dois emigrantes portugueses - a Maria e o José - num bairro em Paris. Vivem lá fora há mais de 30 anos na casa da porteira no rés-do-chão de um prédio da segunda metade do século XIX. Este casal de emigrantes portugueses é querido por todos no bairro: Maria uma excelente porteira e José um trabalhador da construção civil fora de série. Com o passar do tempo, este casal tornou-se indispensável no dia-a-dia dos que com ele convivem. São tão apreciados e estão tão bem integrados que, no dia em que surge a possibilidade de concretizarem o sonho das suas vidas, regressar a Portugal em excelentes condições, ninguém quer deixar partir os Ribeiro, tão dedicados e tão discretos. Até onde serão capazes de ir a sua família, os seus vizinhos e os patrões para não os deixarem partir? Mas estarão, a Maria e o José, verdadeiramente com vontade de deixar França e de abandonar a sua preciosa gaiola dourada? (in Sapo Cinema).
O filme é dum realizador luso-francês, Ruben Alves, que se inspirou na sua própria experiência e na dos seus pais, emigrantes portugueses em Paris, a quem dedica este filme.
Prece - Amália Rodrigues
Talvez que eu morra na praia Cercada em pérfido banho Por toda a espuma da praia Como um pastor que desmaia No meio do seu rebanho.
Talvez que eu morra na rua E dê por mim de repente Em noite fria e sem luar E mando as pedras da rua Pisadas por toda a gente.
Talvez que eu morra entre grades No meio de uma prisão Porque o mundo além das grades Venha esquecer as saudades Que roem meu coração.
Talvez que eu morra de noite Onde a morte é natural As mãos em cruz sobre o peito Das mãos de Deus tudo aceito Mas que eu morra em Portugal.
Pois eu cá gosto mais da nossa Super-Bock... e que saudades eu tenho de beber uma cervejinha fresquinha com uns belos duns tremoços, ou umas alcagoitas, como aprendi nos algarves, mas por enquanto parece que vou ter que esperar mais uns tempos...
Depois do anuncio publicitário da SAGRES, rodado em várias cidades, desde Bombaim ao Rio de Janeiro, passando por Nova Iorque, Londres e claro pela região da costa alentejana em território nacional, contanto com a participação da actriz Maria João Bastos e o actor Ricardo Pereira...
O Silver Linings Playbook foi uma agradável surpresa. Claro que a prestação do Bradley Cooper (e o senhor em si... bom com o raio...) ajudou em muito, bem como a dinâmica entre ele e a Jennifer Lawrence (que desempenhou um papel muito bom em meu ver...).
Já o outro, além da música principal I Dreamed a Dream interpretada pela Anne Hathaway (na pela de Fantine), os Les Misérables foram uma desilusão. Não foram poucas as vezes que perguntei ao homem se faltava muito para acabar...
Assim a "modes que" muito desiludida com os últimos filmes...
Não gostei... É que nem do Brad... nadita....
Killing Them Softly: Três parvos armados em espertos assaltam um jogo de póquer protegido pela Máfia, causando o colapso da economia criminal local. Jackie Cogan é o homem contratado para os apanhar e restaurar a ordem.
Anna Karenina: História de amor adaptada do clássico de Leo Tolstoy por Tom Stoppard. A história desenrola-se na Rússia, final do século XIX, no seio da alta-sociedade e explora a capacidade para amar que surge através do coração humano, da paixão entre adúlteros à ligação entre uma mãe e o seu filho. Quando Anna (Keira Knightley) questiona a sua felicidade, grandes mudanças ocorrem na sua família, amigos e comunidade.
As cenas da dita arqueóloga são do melhor, e nem nunca sequer me tinha dado muito ao trabalho em passar no assunto sobre as mesmas. Mas hoje ao jantar estava a dar um dos filmes, e o meu homem só se escangalhava a rir com as cenas e dizia que se fosse um actor se recusava a faze-las se não fossem minimamente semelhantes com o real.
Das melhores cenas, é a da do tubarão e a cena da Lara Croft a ser resgatada por um submarino da marinha britânica! Esta última fez o homem homem dissertar sobre o assunto:
- Tavas bem lixada em Portugal... Então os submarinos nem têm dinheiro para sair da doca... O mais certo era morreres afogada!!!
Foi uma risada...
Pus-me a pensar no assunto e ... amiginhos... Não se fiem na arqueologia para terem acesso aos desportos radicais senão vejamos:
Chegada ao dito local arqueológico de mota d´água ou;
Chegada ao dito local arqueológico de para-quedas e aterrar num jipe.
Depois de dar um morro no tubarão, agarra-lhe a cauda, para vir à superfície onde depois é recolhida por um submarino da marinha britânica.
Ida para o dito local arqueológico de mota em duro (segundo informação do esposo, que eu de motas sei que elas têm duas rodas...) e andar a passar a dita na Grande Muralha da China.
Fazer de amazonas e andar a treinar tiro ao alvo...
Algum dos meus amigos arqueólogos que andem por ai digam de sua justiça...
Depois deste filme, mais foram os ditos "filmes diferentes" que se seguiram...
Ágora é um filme espanhol dirigido por Alejandro Amenábar que relata a história da filósofaHipátia, que viveu em Alexandria, no Egito, entre os anos 355 e 415, época da dominação romana e da escanção do cristianismo.
Creation é um filme britânico, uma parte biográfico e uma parte ficcional, que narra o relacionamento de Charles Darwin com sua filha mais velha, Annie, enquanto se esforça para escrever A Origem das Espécies, e também os conflitos com sua esposa religiosa.
Or noir é um drama épico de 2011, dirigido por Jean-Jacques Annaud e produzido por Tarak Ben Ammar. O filme passa-se na Arábia Saudita dos anos 30 do século XX e mistura amor, petróleo, islão e lutas de poder territoriais.
Ontem dei com este filme enquanto procurava qualquer coisa na Internet... Fui ver o trailer - let's lot at the trailer, como dizia o outro - e à noite já estava pronto a ser visionado no conforto das mantas e no colo do meu homem, e com a gata aninhada ali ao lado!
A Royal Affair ou En kongelig affære, é um drama histórico dinamarquês de 2012 dirigido por Nikolaj Arcel. Passa-se no século XVIII e conta a história da corte dinamarquesa, da doença mental rei Christian VII da Dinamarca, e centra-se no romance entre a rainha e o médico real Struensee.
... originalmente intitulado "Mah-Na Mah-Na", foi escrito pelo compositor Piero Umiliani em 1968 para um documentário italiano sobre a vida na Suécia, intitulado Svezia, Inferno e Paradiso (Suécia, Céu e Inferno). É uma música sem sentido que obteve fama nos episódios dos Muppet's.
De repente veio-me à cabeça... O primeiro filme que fui ver ao cinema... lembro-me de corar baba e ranho... An American Tail, ou Fievel, Um Conto Americano é um filme dirigido por Don Bluth e produzido pela Amblin Entertainment. O filme conta a história do ratinho Fievel, de família judia e que mora na Rússia. O sonho deles é emigrar para a América. Só que durante viagem de navio, Fievel é atirado para o mar e separado da sua família. Quando chega aos Estados Unidos, começa então a sua demanda pelos seus pais...
Umas das coisas que já me habituei neste país, e de que gosto realmente, é que os filmes não dão depois das 5001 novelas lá para as 2h da manhã... Sendo que as notícias são por norma as 7h da tarde, às 8.30 é hora de filme!!! Falta as legendas, é certo, mas uma vez que eles não fazem a dobragem dos filmes, até acaba por ser bom para desenferrujar o Inglish... Sei que deve haver muito boa gente que não gosta de comer com a TV ligada. Não sei se é um hábito, tradição ou qquer coisa do género, mas gostamos de ver TV, pronto(s)!!!
Ps: não são filmes do tempo da "Maria Cachuca"... Até tem dado filmes relativamente recentes, e sendo que somos aficionados de cinema, até já aproveitamos para ver alguns que ainda não tínhamos visto, tal como hoje... E hoje foi dia de JULIE & JULIA e gostei... mas gostei muito...
Título original: Julie & Julia
Classificação: M12
País: Estados Unidos
Ano: 2009
Género: Biografia, Comédia
Duração: 123m
Realização: Nora Ephron
Interpretação: Amy Adams, Chris Messina, Linda Emond, Meryl Streep, Stanley Tucci
Argumento: Nora Ephron
Texto: Julie Powell
Resumo:
Antes de Ina, antes de Rachael, antes de Emeril, existia Julia, a mulher que mudou para sempre a maneira de cozinhar da América. Mas em 1948, Julia Child era somente uma mulher americana que vivia em França. O trabalho do seu marido levou-a a Paris, e com o seu espírito incansável, Julia tinha um enorme desejo de fazer algo. Quinze anos depois, Julie Powell está estagnada. Perto dos 30, a viver em Queens e a trabalhar num cubículo, enquanto as suas amigas alcançam carreiras de sucesso, Julie procura um projecto para focalizar as suas energias. Decide assim passar exactamente um ano a cozinhar as 524 receitas do livro “Julia Child's : Mastering the Art of French Cooking” e cria uma blog onde relata as suas experiências.