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24 de dezembro de 2010

Boas Festas...

NATAL (Do lat. natále-, «nascimento»)
adjectivo uniforme

1. respeitante ao nascimento; natalício; 2. pátrio
nome masculino
1. RELIGIÃO [com maiúscula] festa cristã que se realiza todos os anos e que comemora o nascimento de Jesus Cristo; 2. [com maiúscula] época em que celebra essa festa.

CLICAR AQUI
(para rir um cadito que tb faz falta....)

18 de dezembro de 2010

Evolução...

EVOLUÇÃO (Do lat. evolutióne-, «acção de desenrolar»)
nome feminino
1. acto ou efeito de evoluir ou evolucionar; 2. sequência de transformações lentas, afigurando-se orientadas em certa direcção; 3. BIOLOGIA processo gradual pelo qual uma espécie orgânica mais simples se transforma dando origem a novas espécies mais complexas; 4. desenvolvimento progressivo; 5. sequência de movimentos concertados (de tropas, de navios, de dançarinos, de aves, etc.
Quando eu pensava que a evolução não me poderia surpreender mais...

15 de dezembro de 2010

Saudade...

SAUDADE (Do lat. solitáte, «solidão»)
nome feminino - sentimento melancólico causado pela ausência ou pelo desaparecimento de pessoas ou coisas a que se estava afectivamente muito ligado, pelo afastamento de um lugar ou de uma época, ou pela privação de experiências agradáveis vividas anteriormente.




Saudade - O que será... não sei... procurei sabê-lo
em dicionários antigos e poeirentos
e noutros livros onde não achei o sentido
desta doce palavra de perfis ambíguos.

Dizem que azuis são as montanhas como ela,
que nela se obscurecem os amores longínquos,
e um bom e nobre amigo meu (e das estrelas)
a nomeia num tremor de cabelos e mãos.

Hoje em Eça de Queiroz sem cuidar a descubro,
seu segredo se evade, sua doçura me obceca
como uma mariposa de estranho e fino corpo
sempre longe - tão longe! - de minhas redes tranquilas.

Saudade... Oiça, vizinho, sabe o significado
desta palavra branca que se evade como um peixe?
Não... e me treme na boca seu tremor delicado...
Saudade...
Pablo Neruda, in "Crepusculário"


Não sei que dizer!!!
Tenho saudades de ti...

13 de dezembro de 2010

Um sonho...

Vale a pena sonhar...

Dito de outra forma, I have a dream que, para já, passa por Bruges, mais concretamente pelo College of Europe [isto dito assim, caraças, até parece uma cena toda pipi]. Acontece que um Master of Arts in EU International Relations and Diplomacy Studies lá em Bruges é coisa para me deixar penhorada por sete gerações [no mínimo]. Ora como eu não tenho onde cair morta e estou longe de vir a herdar o que quer que seja, não me resta outra alternativa que não seja vender o recheio da casa. Portanto preparem-se, pessoas. Para além de livros, cds, colchas bordadas à mão, carteiras, frigideiras e panelas, tachos quase a estrear, serviços de loiça, copos e jarros, cristais e porcelanas, isto vai começar a parecer a Feira do Relógio. Preços amigos do cliente, artigos em belíssimas condições [como novo, senão mesmo a estrear], tudo na base da bela da transferência bancária para uma conta destinada para o efeito. O projecto, esse, chama-se: Take us to Bruges [eu e ao gato, of course] e eu sei que vocês são bem capazes de me ajudarem a lá chegar.
 
* Se quiserem ser solidários agradece-se a divulgação. Bem Hajam.

8 de dezembro de 2010

Recordações...

RECORDAÇÃO (Do lat. recordatióne-, «id.»)
nome feminino

1. acto ou efeito de recordar ou recordar-se; 2. o que se mantém na memória; 3. objecto que faz lembrar alguém ou algo; 4. oferta, presente.
Andei para aqui a dar um jeito ao escritório, de modo a montar o meu estaminé. Eis se não quando, dou de caras com este "tesourinho deprimente"... Tenho vaga ideia deste dia. O fim das aulas, as férias e o natal à porta... Cantámos "Timor" e o "Homem do Leme". Já na altura éramos uns artistas :)


Turma do 9.º B 
Escola EB 2+3 Sever do Vouga

4 de dezembro de 2010

... que se exilou ou foi condenada a desterro...

Palavra a reter hoje:

EXPATRIADO [eiS]
adjectivo
1. que está fora da pátria; 2. desterrado; exilado
nome masculino
pessoa que se exilou ou foi condenada a desterro


DIA 6.º Acordar cedinho que hoje há muito para fazer. Aqui vamos nós então, nesta nossa demanda pelo desconhecido, que hojejá  temos marcado uma visita a uma casa de manhã e a uma de tarde, e a ver se damos "conta" da conta do banco. Saímos do hotel e até comentamos entre nós: "Está frio, mas até se anda bem..." Pois anda... ou melhor andava!!! Passados uns minutos, começou a nevar... "Oh... deixa estar... é só um bocadinho... vamos lá embora..." Mas porque é que uma pessoa não está caladinha??? Em menos de 5 minutos não se via um palmo à frente do nariz, tal era o nevão que se tinha posto. E, não sendo o meu homem uma pessoa exactamente comedida, ouvi logo: "FO**-SE!!! ESTÁ A NEVAR PRA CA**LHO!!!" E prontos... assim começou mais um fantástico dia por terras do desconhecido. Lá vamos nós, apanhamos o metro em direcção ao local combinado. Quando demos por ela estávamos atrasados e não sabíamos bem a que horas conseguíamos chegar ao local combinado com o agente para ver a casa. O homem telefonou então, ou que o senhor respondeu, que não podia esperar que se tinha que marcar para outro dia. Porreiro pá!!! Claro que o senhor não tinha culpa nenhum, mas este tempo de mer** não ajuda nada. Enfim... Decidimos ir até ao fim da linha de metro (sim... porque aqui tal como no Porto, o metro é de superfície) que para além de ser mais quente que lá fora, ainda víamos as vistas. Chegados ao fim da linha trocamos então de metro para regressar para o centro... Umas quantas paragens depois, o metro pára, o senhor motorista remorde qualquer coisa nesta língua estranha que é o holandês, o pessoal saí todo do metro, olhamos um pro outro e dissemos: "Então e agora???" Não fazíamos puto de onde estávamos nem como podíamos sair dali. Se o metro não podia andar (pensamos nós que por causa da neve), será que os outros transportes podem??? Lá perguntamos a um rapaz, qual seria a melhor maneira de sair dali e ir para o centro de Amesterdão.
Caminhámos cerca de 1 km em busca do autocarro. Claro que não é nenhuma distância ridícula, mas com a neve a cair a cântaros, sapatos a ficarem molhados, frio e afins, não foi fácil não senhor!!! Mal chegamos à paragem, e porque nem tudo pode correr mal, chegou logo o malfadado autocarro. Não sei se da situação, do frio na cabeça e nos pés, que a primeira coisa que fizemos depois de nos sentarmos no autocarro foi desatar a rir à gargalhada... (Verdade: mais vale rir que chorar!) Segue-se então a procura no mapa: onde estamos, para onde vamos e qual a paragem que queremos sair... (Como se pode ver hoje levamos máquina, decididos que o frio não seria mais forte que nós e que teríamos umas pigrafias para a prosperidade). Claro que até porque nem está frio nem nada, nem neva nem nada, o senhor do autocarro cagou bem para termos carregado no stop e só parou na paragem a seguir! Lá está, são as famosas leis de Murphy: Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos. adiante...Lá fomos nós rumo então ao próximo destino, um balcão do banco ABN-Amro na praça Leidseplein.  Entramos (e sim, era uma agência grande, com mais de cinco empregados...) e lá fizemos as formalidade, ficando à espera de sermos atendidos. Fomos chamados e... Querem adivinhar??? Querem??? Pois que a senhora não podia tratar deste assunto, teríamos que nos deslocar a um novo balcão do banco que fosse "especialista" em abrir contas para expats, ou seja EXPATRIADOS... Valha-me a santa!!!

Não amigos, nesta terra, à terceira não é de vez! Ainda assim não foi mau de todo, a senhora deve-se ter apercebido do desespero na nossa cara e lá tirou fotocópias dos documentos que iria enviar para o outro balcão de modo a que só fosse necessário deslocarmo-nos lá quando tivéssemos marcação. Do mal o menos... Entre vestir casaco, vestir luvas, gorros e afins, o meu homem diz: "Oh mor, vi ali um sinal para um restaurante brasileiro, que dizes???" Porreiro pá, (eu a pensar num feijão preto e numa picanhinha), é lá fomos nós... No caminho encontramos um pequeno recanto, com aspecto simpático e bastante movimentado, cheio de pequenos quiosques com doces e afins, e uma pista de gelo. Fomos dar uma espreitadela dando de cara com o seguinte letreiro: WINTERPLAZA. Estranho, será que nas outras praças será Verão?!?!?!?! Hum... estranha gente...
Claro que o sr. Murphy teria que aparecer de novo: Tem sempre de se renunciar a algo que se deseja para se poder ter algo que se deseja ainda mais. Pois que o afamado restaurante brasileiro estava fechado e só abria à noite! Tchanammmmmmmmm sem stress... Logo ali tinha um restaurante italiano, com uma pinta muito catita, e lá fomos nós. Pois meus amigos, grande achado, grande achado mesmo. Tudo, mas tudo, 5 estrelas, da comida ao atendimento. Espero que as fotografias consigam espelhar o fantástico manjar dos deuses que comemos... e bebemos :) Já de barriguinha cheia e sem compromissos imediatos, decidimos dar uma de turista mesmo, e fomos visitar aquele que dizem ser o maior museu nos Países Baixos.
O Rijksmuseum é um museu nacional dedicado às artes e à história. Possuí uma larga colecção de pinturas da idade de ouro holandesa bem como uma substancial colecção de arte asiática. Ora até aí tudo bem. Eu que até sou uma moça formada em Património Cultural pensei cá para mim, que ia passar uma tarde bem passada, que dado o tamanho do edifício não ia ver tudo, mas que ainda assim os amigáveis 12.50€ (sendo que o preço do bilhete do Louvre são 10€) compensariam a visita. NÃO. ESQUEÇAM! Então porquê??? Desde 2005 que cerca de 95% do museu está fechado para renovação sendo que apenas se encontra aberto ao público as pinturas da colecção permanente, numa exibição especial chamada As Obras-primas. Sim, vimos algumas obras primas, de Rembrandt (A ronda noturna, em holandês: De Nachtwacht) a Vermeer (A leiteira, em holandês: Het melkmeisje) mas ainda assim saí de lá com uma sensação de... sei lá ... roubo!!! Por isso, se vierem para estas bandas, informem-se se as obras estão para acabar, ou se pelo menos têm acesso a 50% do museu.... Ainda pensamos visitar de seguida o Museu Van Gogh  mas já estávamos no limite dos "pés molhados e gelados" e por isso... fica para uma próxima. Retorno ao Hotel, tirar os sapatos e aquecer os pés,  "esticar o pernil" por um bocado e desfrutar de uma última refeição no Hotel. Confesso que, salvo alguns problemas de limpeza (não, não sou eu que sou maníaca, o Bruno também concordou...) que de uma maneira ou de outra foram resolvidos, uma das coisas a reter é a fantástica cozinha
...

(Por esta altura o meu homem estava a rogar pragas, do tipo - Raios parta, olha-me só para esta carninha que aqui vai ficar... - , porque queria pegar com as mãos e roer as costeletas de "bambi", que é como quem diz, veado (não no sentido brasileiro, hehehehe) e eu não deixei....)

Amanhã é dia de ir embora...
Não quero pensar nisso... sinto que deixo mais de metade de mim nesta terra fria! Já estou em contagem decrescente para o Natal. E não, não é pelas prendas, nem pelo grande jantar de família, pelos doces ou afins...  mas pela hora de abraçar e beijar o meu amor outra vez...

3 de dezembro de 2010

Let it snow...

E só para acabar o dia em grande, e porque lá fora neva a cântaros, aqui vai:

"Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!", Também conhecido como "Let It Snow", é uma canção da autoria do letrista Sammy Cahn e do compositor Jule Styne . Foi escrita em Julho de 1945 em Hollywood, Califórnia, durante um dos dias mais quentes de que se tem registo (Fonte: Wikipédia).

Oh the weather outside is frightful,
But the fire is so delightful,
And since we've no place to go,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!

It doesn't show signs of stopping,
And I've bought some corn for popping,
The lights are turned way down low,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!


When we finally kiss goodnight,
How I'll hate going out in the storm!
But if you'll really hold me tight,
All the way home I'll be warm.

The fire is slowly dying,
And, my dear, we're still good-bying,
But as long as you love me so,
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!

Escangalhar a rir...

Ora vejamos...
ESCANGALHAR (De es-+cangalho+-ar)
    verbo transitivo
    1. desmanchar; 2. desarranjar; 3. quebrar; 4. estragar; destruir
    verbo pronominal
    1. desconjuntar-se; 2. (mecanismo) deixar de funcionar

    DIA 5.º (continuação) Ora que o dia estava animado e a correr sobre rodas, ou melhor, sobre skis, trenós, renas... sei lá... O almoço hoje foi mais animado, mas por pura coincidência. O homem esqueceu-se da carteira em casa e dos tlm's, pelo que não tinha carcanhol para comer. Assim, veio-me fazer companhia... A tarde correu normal, comigo "atracada" ao computador à procura de casa para deixar o marido, porque desconfio que até arranjar casa o homem (naturalmente) não descansa, nem dorme bem! Chegou ao quarto, um cadito mais animado que no dia anterior, o que de certa forma já me tranquiliza mais um pouco. 
    Depois de uma vista de olhos por sites de aluguer de casa, lá descemos na nossa romaria nocturna para jantarmos no restaurante do hotel. Eis senão quando nos aproximamos do restaurante e damos de caras com um sem fim de gente à espera de jantar! Raios parta, não chega estarmos no fim do mundo e agora isto??? Lá perguntamos ao empregado ao que ele amavelmente nos respondeu que não sabia se ia ter mesa para nos, que a cozinha já estava cheia de pedidos, e que fechava ás 22h (eram praí 21h15) WTF??? Serio... cada vez mais gosto deste sítio... Eis senão quando a senhora nos disse: Experimentem pedir room services... Lá fomos nós para o quarto, pedimos e passado nem 15m comemos. Ora o truque aqui é: pagar mais 3.50€ pelo serviço e logo os senhores da cozinha já nos fazem comidinha.... tchannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn. Digam lá se não é de ESCANGALHAR a rir...BESTAS!!!

    DIA 6.º Levantamos, tomamos o pequeno almoço e lá fomos novamente na demanda pelo desconhecido, numa segunda tentativa num banco. O marido pesquisou na net e encontrou um banco aqui perto que até tinha site em inglês, o que nos facilita imenso a vida. Caminho estudado, de gorro e luvas em punho, lá vamos nós. Depois de caminhar aí uns 20m (o que nem seria nada nau não fosse as condicionantes climatéricas de uns amáveis -2ºC) lá encontramos a agência. Entramos, e não estava mais nenhum cliente na agência, e volto a repetir NÃO ESTAVA MAIS NENHUM CLIENTE NA AGÊNCIA. Lá nos dirigimos ao balcão das informações, onde uma funcionaria, que estava junto de outra numa salinha (daquelas de vidro, que da para ver para dentro) ao computador (talvez a colherem morangos no farmville, sei la eu...) nos disse: que não tinham funcionários SUFICIENTES naquela agência para abrir contas e que por isso, hoje não poderiam tratar do assunto que só por marcação para a próxima semana....
    E mais umas vez meus caros, digam lá se não é de ESCANGALHAR a rir... Então eram duas funcionarias, não tinham mais ninguém para atender, mas não o podiam fazer porque não havia pessoas suficientes. Ora o que é que se deduz desta situação??? Que por terras do desconhecido, para abrir uma conta, o número de funcionários necessários será superior ou igual a três. Mas amigos, por vias das dúvidas, vão a um balcão central, com tipo cinco funcionários para ver se eles conseguem tratar do assunto... O dia ainda não acabou, por isso desconfio que as aventuras não ficam por aqui...

    Stuff No One Told Me....

    Verdade, verdadinha...

    Credits stuffnoonetoldme

    2 de dezembro de 2010

    Estaremos todos a fugir???

    Ontem, através de um blog de mais uma jovem "em fuga" e por terras do desconhecido, descobri esta noticia que saíu num dos jornais com mais tiragem em Amesterdão, o Volkskranto:
    Portuguese jeugd op de vlucht
    Ora traduzindo por miúdos isto dá mais ou menos Jovens portugueses em fuga. Segundo a notícia do jornal, cerca de 700.000 jovens sairam de Portugal entre 1998 e 2008, ou seja, 6,5% da população nacional. O jornal refere ainda que desde os anos 60 que não se assistia a tal êxodo... Estaremos nós todos em fuga do nosso país? Agora que até  o meu homem já veio, serei eu a próxima???

    Mais frio...

    Dia 4.º Ontem passei o dia sozinha, enfiada no hotel, que como já expliquei fica no fim do mundo. Ainda pensei em ir dar uma volta e ir comer por ai, mas tendo em conta os -6 e os preços dos transportes mais comidinha, decidi comer por aqui. Ora que se não é o meu espanto quando "realizei" (palavra que parece estar na moda em Portugal e que deve vir da tradução estúpida e errada do inglês "realise") que os holandeses não entendem como nós portugueses o conceito de almoçar. Segundo vim a descobrir, o almoço não é para os holandeses uma refeição principal. Mas que raio? Mas como não é? Alimentam-se de quê, "space-cakes"??? Ao que parece o horário normal dos restaurantes por aqui é do meio dia às duas da tarde e das seis às dez da noite (hora de fecho da maioria das cozinhas, inclusive a do hotel onde estamos). WHAT A F**K??? Bem... lá me sento eu toda catita e penso cá para mim, o menu dos outros dias à noite foram sempre iguais, ainda que não sejam nada de especial, e "a modes que" para que não depene mais a carteira peço uma massa bolonhesa... Ai pedes pedes... pois que o senhor trás a lista e tchanannnnnnnnnnnnnnnnnn... não é igual à do jantar! Raios parta que já me lixei. Um olhar atento às DUAS folhas de menu e dei por mim a pensar: Oh chefe, então eu não disse que vinha almoçar??? Onde é que está a comida??? Pois é, meus amigos. Ora que do menu constava (e consta, porque o menu de almoço é o mesmo TODOS OS DIAS): 3 sopas a um preço médio de 7.50€ cada uma; 2 saladas; 6 sandes e 3 - TRÊS - pratos quentes... Pois dito isto com todo o desconsolo do mundo, pedi um hambúrguer (segundo eles um prato quente) sendo que as alternativas para além desta seria salsicha e uma outra de ovos com qualquer coisa que não percebi. Adiante... como estava sozinha, visto que era o primeiro dia do homem no trabalho, levei um livrito para estar entretida e eis que chega o dito hambúrguer (e eu a pensar, lá vou eu encher-me de bolachas a tarde toda senão passo fome...). Ttchammmmmmmmmm... oh pra isto que hambúrguer de hotel é outra coisa e primeiro que eu desse cabo do bicho vi-me grega, ou vá, holandesa! Almocei e entreti-me pela tarde de volta de umas coisas de trabalho que tinha trazido para fazer...

    Dia 5.º Mais um dia mais uma voltinha... E sim, ainda está um frio do catano! Hoje quando acordamos estava tudo branco, e quando digo tudo branco, digo tudo branco mesmo!!! Tenho saudades de casa PONTO. Da minha cama, da minha almofada... sei lá, dos ares da ria. O tempo está a passar e nada de arranjar casa! Tou a ver que vai ser mais complicado do que previsto. E Ainda não parou de nevar...
    F*****E...




    PS: afinal até nem está tanto frio... parece que a sensação térmica já é de -12º. Uma subida de 3º de um dia para o outro é obra, não acham?!?!?!?

    1 de dezembro de 2010

    Hoje...


    Ainda não fui lá fora, mas as janelas estão todas ressoadinhas. Segundo as informações meteorológicas, estão cerca de - 6°C lá fora, mas com umas sensação térmica de -15°C. Que fixe...