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7 de março de 2013

Forever young...


Confesso que vi isto e que caíram umas lágrimas...
Não tenho 36, mas caminho para os 31 e sou JOVEM...
Lembro-me de há uns tempos, tenho ideia que por alturas do Natal, ouvir da boca da minha sogra (ainda emigrante em França deste mais ou menos os seus 20...) umas palavras emocionadas sobre esta vida de emigrante, esta vida que agora também é do seu filho, talvez seja num futuro a do seu outro filho, a minha, a nossa. 
Emigramos sem filhos, e quando eles nasceram pensamos que seria por pouco tempo... até lhes poder dar uma vida melhor... Eles começaram a crescer e foram enviados para Portugal, para juntos dos avós, porque não valia a pena ficarem integrados aqui, porque seria por pouco tempo... até lhes poder dar uma vida melhor... 
Agora, com um filho com 35 (emigrado há já quase 3...) e um com quase 38 (que vê as suas perceptivas futuras no nosso país decrescerem, não a cada dia, mas quase quase a cada minuto...) fala cheia de emoção sobre esta nossa vida de emigrante... Este vida que é a dela há mais de 30 anos, e que agora é também a nossa...