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31 de julho de 2012

Rome, part I...

2 anos de casamento;
10 anos de nós;
30 anos de mim...
O mote estava dado... partida... rumo a Roma.
Roma é a capital da Itália, conhecida internacionalmente como A Cidade Eterna pela sua história milenar, Roma espalha-se pelas margens do rio Tibre, compreendendo o seu centro histórico com as suas sete colinas... Segundo o mito romano, a cidade foi fundada por volta do ano 753 a.C. por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são actualmente símbolos da cidade. Desde então tornou-se no centro da Roma Antiga e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e por fim, da República Italiana.


Dia 1
Acordamos cedo... Um calor que não se podia... 
Como ficamos mais de três dias e pretendíamos visitar museus e sítios arqueológicos, para além de usar os transportes públicos, optamos por adquirir o Roma Pass. Cartão em punho, primeiro passo... o grandioso Colosseum.





O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano ou Flávio, é um anfiteatro construído no período da Roma Antiga. Deve seu nome à expressão latina Colosseum devido à estátua colossal do imperador romano Nero, que ficava perto da edificação. Foi construído a leste do Fórum Romano e demorou entre oito a dez anos a ser construído. Actualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e em 7 de Julho de 2007 foi eleita umas das "Sete maravilhas do mundo moderno". Seguimos para o monte Palatino passando no Arco de Constantino.


O Palatino é uma das sete colinas de Roma. Tem 70 m de altura e nas suas encostas foram construídos, de um lado, o Fórum Romano, e do outro, o Circo Máximo. O local é hoje um grande museu ao ar livre, visitado durante o dia. No século III a.C. foram construídos os templos de Júpiter, de Vitória e da Magna Mater, enquanto que no último período Republicano foram construídas muitas habitações patrícias. É nesta colina que se encontravam outrora, agora em ruínas, os palácios de César Augusto, Tibério e Domiciano.


Seguimos para o também grandioso Fórum Romano, em latim Forum Romanum, era o principal centro comercial da Roma Imperial. Ali havia lojas, praças de mercado e de reunião. Actualmente é famoso pelas suas estruturas arqueológicas, demonstrando claramente o uso de espaços urbanos durante a Idade Romana. O Fórum Romano inclui vários templos, basílicas, arcos e outras ruínas antigas, bem como um caminho de procissão, a Via Sacra, que cruza o Fórum, ligando-o com o Coliseu.


Almoçamos numa das muitas roulotes Bibites, que existem espalhadas por Roma. Um belo dum Panini di Prosciutto e um belo dum Gelato... Hummmmmmmmmmmm... E com o calor que estava, fomos bebendo litros e litros de água (sobre isto podem ler o post do meu Bruno...).



Seguimos depois para a Piazza Venezia e visitamos o Monumento Nazionale a Vittorio Emanuele II. É um monumento em honra a Vítor Emanuel II da Itália, o primeiro rei da Itália unificada e considerado o pai da pátria italiana. Foi projetado por Giuseppe Sacconi em 1885, inaugurado em 1911 e completado em 1935. A base do monumento abriga o Museu da Unificação Italiana. Em 2007, um elevador panorâmico foi instalado, permitindo aos visitantes ter uma visão 360° de Roma.


Seguimos depois para as Termas di Caracalla. Foram construídas entre 212 e 217, durante o governo do imperador romano Caracalla, e são um perfeito exemplo das grandes termas imperiais. Grande parte de sua estrutura ainda se encontra conservada, sem a interferência de edifícios modernos.



Próxima paragem Circo Máximo... Acho que estava à espera de mais... Não o achei nada de máximo... mas enfim... Já lá vai o seu tempo... O Circo Máximo, em latim Circus Maximus, foi uma arena antiga e local de entretenimento na antiga Roma. Hoje em dia restam algumas (pouquíssimas...) ruínas da sua estrutura, e a área descampada que era ocupada por sua extensão é utilizada pelos romanos como uma área de lazer ao ar livre.



Já de rastos, LITERALMENTE, ainda arranjamos umas forças para ir visitar ali mesmo ao lado a Bocca della Verità (Boca da Verdade). É uma máscara antiga em mármore pavonazzetto, que se encontra numa parede do vestíbulo da Igreja de Santa Maria em Cosmedin de Roma desde 1632. A partir das Idade Média, começou o rumor de que quem disse-se uma mentira com a mão na boca da escultura, seria mordido... Nós escapamos... A esta igreja também se diz ser o lar de supostas relíquias de São Valentim.

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