Mar, metade da minha alma é feita de maresiaSophia de Mello Breyner Andresen, Poesia I
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.
E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras.
29 de junho de 2014
Sea...
27 de junho de 2014
Lisboa III...
Last day at Lisbon...
Pois que no dia anterior tivemos um filme com a tartaruga do Sebastião... Por alguma razão quando estávamos a jantar no Colombo o piqueno tinha a dita, 15 minutos depois esfumaçou-se... Corremos tudinho, fizemos o caminho na ordem inversa, perguntamos às senhoras da limpeza (que até ficaram ofendidas... só perguntamos se tinham encontrado, e se sim onde entregavam...) neps... Ao outro dia de manhã, lá fomos na esperança de a encontrar, mas ouvi logo da senhora das informações: Oh menina, essas coisas não costumam aparecer!!! Pois claro, uma tartaruguinha tão fofinha, era mesmo ser crente...
Nos entretanto, o pai rumou ali ao lado em busca duns souvenirs encarnados, para ele, pensava eu! Pois que para ele não tinha o pretendido e assim como assim, e já que lá estava, trouxe esta beleza para o filho! Tios que estão desse lado, dêem lá uma ajudinha a esta mãe de azul e branco... Aceitam-se camisolas com dragões!
Não resistimos... O Sebastião gostou tanto da tartaruga que acabamos por passar no Oceanário e trouxemos outra. Lição aprendida: para ele andar com brinquedos no carrinho, estes têm que de alguma maneira ficar presos ou estão estamos mesmo sujeitos a estas aventuras.
25 de junho de 2014
24 de junho de 2014
Lisboa II...
Ora segundo dia em Lisboa... e o meu piqueno grande homem faz 8 meses! OITO MESES... como que raio é que já chegamos aqui? Não querendo ser modesta, tenho o filho mais lindo do mundo e arredores, o sacana gosta bem de passeio e porta-se bem (aliás... bem melhor que em casa, desde que saímos que não me cospe a sopa na cara)!
Hoje foi dia de Parque das Nações e de Oceanário. Já não passeava a sério no Parque das Nações desde a Expo 98. Os jardins continuam giros, se bem que se nota nos deques que não devem ter manutenção desde essa altura (é a crise...). A área tornou-se num centro de actividades culturais com o Pavilhão Atlântico (agora Meo Arena) e numa nova freguesia da cidade criada no âmbito de uma reorganização administrativa oficializada a 8 de Novembro de 2013 (resultando da agregação de parte da antiga freguesia de Santa Maria dos Olivais, do concelho de Lisboa, com parte das freguesias de Moscavide e Sacavém, ambas do concelho de Loures).
21 de junho de 2014
Lisboa I...
Andávamos à muito a prometer que um dia íamos conhecer Lisboa... Então mas não conheces Lisboa, dizem vocês? Ora... eu lembro-me de ir ao Zoo e à Expo 98 quando a minha irmã tinha aí 1 ano ou 2 (e ela já vai a caminho dos 18). Depois disso, ora... conheço os Jerónimos (pelo Museu de Arqueologia) e os Pastéis de Belém ali ao lado, a estação do Oriente (chegada e partida das minhas idas e vindas entre Aveiro e o Algarve) e o Vasco da Gama ali ao lado onde se trincava qualquer coisa enquanto se esperava pelo Intercidades!
Pois que nesta visita a Portugal não deixamos escapar Lisboa, e em pleno rescaldo de St. António lá fomos nós os 3... A logística é diferente, entre sopas e papas, cocós e xixis, a cidade é grande, e para ajudar à festa no fim de semana que fomos estavam uns simpáticos 39º!!! Não galgamos a cidade dita das 7 colinas, mas passeamos bastante, com a benesse de ainda termos conseguido dar um olá a alguns amigos (e porque o tempo não estica não conseguimos estar com todos, aqui fica entaão uma grande beijoka para quem não conseguiu apertar as bochecchas do Sebastião).
Chegamos na sexta, e depois de um almoço prolongado com a tia Gabi (numa tentativa de fugir do calor) fomos até ao Castelo de S. Jorge. Ao contrário do que possa parecer, o aspecto medieval do castelo não se deve à sua preservação, mas à grande campanha de reconstrução levada a cabo na década de 1940. O preço normal do bilhete é de 7.50€, o espaço é catita (sendo que os acessos a pessoas com mobilidade reduzida ou carrinhos de bebés não são famosos...) e sem dúvida que do castelo podemos ter uma das mais belas vistas sobre a cidade de Lisboa e o rio Tejo.
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