19 de dezembro de 2010
18 de dezembro de 2010
Evolução...
EVOLUÇÃO (Do lat. evolutióne-, «acção de desenrolar»)
nome feminino
1. acto ou efeito de evoluir ou evolucionar; 2. sequência de transformações lentas, afigurando-se orientadas em certa direcção; 3. BIOLOGIA processo gradual pelo qual uma espécie orgânica mais simples se transforma dando origem a novas espécies mais complexas; 4. desenvolvimento progressivo; 5. sequência de movimentos concertados (de tropas, de navios, de dançarinos, de aves, etc.Quando eu pensava que a evolução não me poderia surpreender mais...
17 de dezembro de 2010
15 de dezembro de 2010
Saudade...
SAUDADE (Do lat. solitáte, «solidão»)nome feminino - sentimento melancólico causado pela ausência ou pelo desaparecimento de pessoas ou coisas a que se estava afectivamente muito ligado, pelo afastamento de um lugar ou de uma época, ou pela privação de experiências agradáveis vividas anteriormente.
Saudade - O que será... não sei... procurei sabê-lo
em dicionários antigos e poeirentos
e noutros livros onde não achei o sentido
desta doce palavra de perfis ambíguos.
Dizem que azuis são as montanhas como ela,
que nela se obscurecem os amores longínquos,
e um bom e nobre amigo meu (e das estrelas)
a nomeia num tremor de cabelos e mãos.
Hoje em Eça de Queiroz sem cuidar a descubro,
seu segredo se evade, sua doçura me obceca
como uma mariposa de estranho e fino corpo
sempre longe - tão longe! - de minhas redes tranquilas.
Saudade... Oiça, vizinho, sabe o significado
desta palavra branca que se evade como um peixe?
Não... e me treme na boca seu tremor delicado...
Saudade...
Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Não sei que dizer!!!
Tenho saudades de ti...
13 de dezembro de 2010
Um sonho...
Vale a pena sonhar...
Dito de outra forma, I have a dream que, para já, passa por Bruges, mais concretamente pelo College of Europe [isto dito assim, caraças, até parece uma cena toda pipi]. Acontece que um Master of Arts in EU International Relations and Diplomacy Studies lá em Bruges é coisa para me deixar penhorada por sete gerações [no mínimo]. Ora como eu não tenho onde cair morta e estou longe de vir a herdar o que quer que seja, não me resta outra alternativa que não seja vender o recheio da casa. Portanto preparem-se, pessoas. Para além de livros, cds, colchas bordadas à mão, carteiras, frigideiras e panelas, tachos quase a estrear, serviços de loiça, copos e jarros, cristais e porcelanas, isto vai começar a parecer a Feira do Relógio. Preços amigos do cliente, artigos em belíssimas condições [como novo, senão mesmo a estrear], tudo na base da bela da transferência bancária para uma conta destinada para o efeito. O projecto, esse, chama-se: Take us to Bruges [eu e ao gato, of course] e eu sei que vocês são bem capazes de me ajudarem a lá chegar.* Se quiserem ser solidários agradece-se a divulgação. Bem Hajam.
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