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| Credits Juan Medina/Reuters |
7 de julho de 2009
O Puto Maravilha...
Arte de Roubar
Fui o meu serão de ontem...
Um filme português, falado em inglês, ao estilo do Quentin Tarantino... Foi um fartote de rir!
Um filme português, falado em inglês, ao estilo do Quentin Tarantino... Foi um fartote de rir!
Título Original: Arte de Roubar
Classificação: M12
País: Portugal
Ano: 2008
Género: Comédia
Duração: 118m
Intérpretes: Ivo Canelas, Nicolau Breyner, Flora Martínez, Soraia Chaves, Enrique Arce
Argumento: João Quadros
Realização: Leonel Vieira
Resumo: Chico e Fuentes são dois amigos que vivem de pequenos roubos, golpes e contos do vigário. Uma vez que já estão “queimados” por terra do Tio Sam decidem vir para a Europa em busca do golpe perfeito. Portugal é o local perfeito devido às raízes lusas de Chico. Já em Portugal os dois amigos são contactados por um velho e estranho Mordomo, Augusto, que os contrata para assaltar uma Herdade. Herdade essa que pertencente a uma Condessa para quem ele trabalha há mais de trinta e cinco anos. Mas os “nossos heróis” vão descobrir, talvez demasiado tarde, que a Condessa e o Mordomo são amantes sádicos que se divertem a matar ladrões que tentam assaltar a Herdade.
Classificação: M12
País: Portugal
Ano: 2008
Género: Comédia
Duração: 118m
Intérpretes: Ivo Canelas, Nicolau Breyner, Flora Martínez, Soraia Chaves, Enrique Arce
Argumento: João Quadros
Realização: Leonel Vieira
Resumo: Chico e Fuentes são dois amigos que vivem de pequenos roubos, golpes e contos do vigário. Uma vez que já estão “queimados” por terra do Tio Sam decidem vir para a Europa em busca do golpe perfeito. Portugal é o local perfeito devido às raízes lusas de Chico. Já em Portugal os dois amigos são contactados por um velho e estranho Mordomo, Augusto, que os contrata para assaltar uma Herdade. Herdade essa que pertencente a uma Condessa para quem ele trabalha há mais de trinta e cinco anos. Mas os “nossos heróis” vão descobrir, talvez demasiado tarde, que a Condessa e o Mordomo são amantes sádicos que se divertem a matar ladrões que tentam assaltar a Herdade.
6 de julho de 2009
The Reader...
Foi o último que vi. Muito bom, muito bom mesmo!

Título Original: The Reader
Classificação: M16
País: Estados Unidos
Ano: 2008
Género: Thriller
Duração: 123m
Intérpretes: Kate Winslet, Jeanette Hain, Ralph Fiennes, David Kross
Realização: Stephen Daldry
Argumento: David Hare
Resumo: Na Alemanha pós- Segunda Grande Guerra Mundial o adolescente Michael Berg está doente, sente-se mal no meio da rua e é ajudado por Hanna, uma estranha com o dobro da sua idade. Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Hanna deixa-se cativar à medida que Michael lhe lê "A Odisseia", "Huck Finn" e "A Dama do Cachorrinho". Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa julgamentos de alguns nazis e fica estupefacto ao ver Hanna sentada no banco dos réus. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.
Classificação: M16
País: Estados Unidos
Ano: 2008
Género: Thriller
Duração: 123m
Intérpretes: Kate Winslet, Jeanette Hain, Ralph Fiennes, David Kross
Realização: Stephen Daldry
Argumento: David Hare
Resumo: Na Alemanha pós- Segunda Grande Guerra Mundial o adolescente Michael Berg está doente, sente-se mal no meio da rua e é ajudado por Hanna, uma estranha com o dobro da sua idade. Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Hanna deixa-se cativar à medida que Michael lhe lê "A Odisseia", "Huck Finn" e "A Dama do Cachorrinho". Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa julgamentos de alguns nazis e fica estupefacto ao ver Hanna sentada no banco dos réus. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.
26 de junho de 2009
A Pop perdeu um REI
Michael Jackson, o “Rei da Pop”, morreu aos 50 anos, vítima de uma paragem cardíaca. Ao início da tarde de ontem (horário da Califórnia) os serviços de emergência médica foram chamados à sua residência para socorrer o cantor, aparentemente em paragem respiratória — poucas horas mais tarde, já a partir do hospital universitário UCLA, para onde foi transportado, surgia a confirmação da morte.
Aparentemente, o músico terá sofrido um colapso em casa. Foi socorrido por uma equipa de paramédicos, que o encontraram sem pulso e não lograram reanimá-lo. Segundo as autoridades, chegou ao hospital em estado de coma profundo e foi pronunciado morto. Desconhece-se qual seria o seu estado de saúde antes do episódio fatal. Uma autópsia foi já marcada e deverá ocorrer ainda na sexta-feira.
A música de Michael Jackson marcou de forma indelével os anos 80 e influenciou toda uma geração de músicos. O seu álbum “Thriller”, lançado em 1982, é um ícone da música pop e continua a ser o disco mais vendido da história da música. E os vídeos que acompanharam os seus sucessos transformaram a indústria, abrindo a porta ao sucesso dos canais televisivos musicais como a MTV.
A carreira de Michael começou precocemente, acompanhando os seus irmãos no bem sucedido grupo “Jackson 5” logo aos cinco anos de idade. A sua canção “I want you back” está entre as melhores melodias da pop. Aos treze anos, e enquanto ainda actuava com os irmãos, iniciou a carreira a solo.
Depois de se rebelar contra a Motown, aos 17 anos, Michael enveredou para um som disco. Era a transição para a idade adulta e para a independência — com Quincy Jones como produtor, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” projectou Jackson para o topo das tabelas.
Com “Thriller” — o disco mais vendido da tabela americana durante 37 semanas consecutivas — e “Bad” tornou-se o músico mais famoso do mundo.
Michael Jackson foi por duas vezes reconhecido no “Rock’n Roll Hall of Fame” e venceu 13 Grammys. O seu trabalho humanitário — foi o responsável pelo “single” de ajuda a África “We Are the World” — foi reconhecido pelo Presidente Ronald Reagan.
Tão espectacular como o seu fulgurante sucesso foi o seu colapso: há doze anos que Jackson se mantinha afastado dos palcos.
A sua vida quotidiana, misteriosa e excêntrica, foi motivo de especulação durante décadas — alegadamente, Jackson dormia numa câmara de oxigénio, tratava o chimpanzee Bubbles como seu filho e queria transformar o seu rosto numa cópia do de Diana Ross, que idolatrava. O músico morava em reclusão num rancho chamado “Neverland”, uma propriedade de dez quilómetros quadrados que mais parecia um parque de diversões — e que esteve recentemente em hasta pública.
A sexualidade de Jackson também sempre foi motivo de especulação. O músico casou por duas vezes: a primeira das quais com Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, o “Rei do Rock n’ Roll”, e depois com a sua enfermeira Deborah Rowe, mãe dos seus dois filhos mais velhos. A identidade da mãe do seu terceiro filho não é conhecida.
Os filhos, sempre escondidos das objectivas dos paparazzi por densos véus de cores escuras têm 12, 11 e seis anos e nomes bizarros: Prince Michael Joseph Jackson Jr, Paris Michael Katherine Jackson e Prince Blanket Michael Jackson II.
Michael Jackson admitiu publicamente ter-se submetido a várias cirurgias plásticas e ter lutado contra dependências de comprimidos e estupefacientes. Um controverso documentário realizado pela britânica Granada Television, em 2003, deixava implícitos vários casos de abuso sexual de meninos que Jackson acolhia no seu rancho e dormiam na sua cama.
Um desses casos chegou a tribunal: em 2005, Michael Jackson foi acusado de abusar de um menino de 13 anos e julgado pelo crime de pedofilia num mediático processo, no qual terminou absolvido. Depois disso, o cantor retirou-se dos Estados Unidos e foi viver para o Bahrain. Passou tempo na Irlanda e França e no passado mês de Maio, regressou a Los Angeles.
Jackson procurava agora reavivar a sua carreira com uma série de 50 concertos na O2 Arena de Londres, cujos bilhetes esgotaram poucas horas depois de serem postos à venda. De acordo com a imprensa norte-americana, esses ecpectáculos seriam uma espécie de pontapé de saída para uma tournée mundial de três anos e um novo álbum de originais. Além disso, Jackson tinha planos para transformar o seu mítico “Thriller” numa espécie de musical para casino, a apresentar em La Vegas e Macau.
A notícia da sua morte foi recebida com choque e consternação nos Estados Unidos — e em particular pela comunidade afro-americana que via Jackson como um emblema da cultura negra nos Estados Unidos. Minutos depois da confirmação da notícia, o reverendo Al Sharpton classificava Michael Jackson como um ícone mundial, e elogiava o seu génio musical e talento artístico, a sua generosidade e humanitarismo. “O mundo nunca deixará de escutar Michael Jackson”, declarou.
O lendário produtor Quincy Jones divulgou um comunicado lamentando a perda de Michael Jackson. “Michael tinha tudo: talento, graça, profissionalismo e dedicação. Hoje perdi o meu irmãozinho; parte da minha alma morreu com ele”.
Os fãs do artista começaram imediatamente a reunir-se nas imediações do centro médico da UCLA (onde estavam reunidos os seus irmãos) e da casa em Holmby Hills que o músico alugara recentemente, obrigando a polícia a intervir para garantir a circulação automóvel. Em Nova Iorque, Times Square tornou-se o centro das homenagens.
Muitas rádios americanas começaram a passar exclusivamente a música de Michael Jackson. A MTV recuperou os seus “telediscos” numa emissão especial. No YouTube, os vídeos de Jackson passaram a ser os mais procurados.
25.06.2009 - 22h49 Rita Siza, Washington
in, PÚBLICO
Aparentemente, o músico terá sofrido um colapso em casa. Foi socorrido por uma equipa de paramédicos, que o encontraram sem pulso e não lograram reanimá-lo. Segundo as autoridades, chegou ao hospital em estado de coma profundo e foi pronunciado morto. Desconhece-se qual seria o seu estado de saúde antes do episódio fatal. Uma autópsia foi já marcada e deverá ocorrer ainda na sexta-feira.A música de Michael Jackson marcou de forma indelével os anos 80 e influenciou toda uma geração de músicos. O seu álbum “Thriller”, lançado em 1982, é um ícone da música pop e continua a ser o disco mais vendido da história da música. E os vídeos que acompanharam os seus sucessos transformaram a indústria, abrindo a porta ao sucesso dos canais televisivos musicais como a MTV.
A carreira de Michael começou precocemente, acompanhando os seus irmãos no bem sucedido grupo “Jackson 5” logo aos cinco anos de idade. A sua canção “I want you back” está entre as melhores melodias da pop. Aos treze anos, e enquanto ainda actuava com os irmãos, iniciou a carreira a solo.
Depois de se rebelar contra a Motown, aos 17 anos, Michael enveredou para um som disco. Era a transição para a idade adulta e para a independência — com Quincy Jones como produtor, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” projectou Jackson para o topo das tabelas.
Com “Thriller” — o disco mais vendido da tabela americana durante 37 semanas consecutivas — e “Bad” tornou-se o músico mais famoso do mundo.
Michael Jackson foi por duas vezes reconhecido no “Rock’n Roll Hall of Fame” e venceu 13 Grammys. O seu trabalho humanitário — foi o responsável pelo “single” de ajuda a África “We Are the World” — foi reconhecido pelo Presidente Ronald Reagan.
Tão espectacular como o seu fulgurante sucesso foi o seu colapso: há doze anos que Jackson se mantinha afastado dos palcos.
A sua vida quotidiana, misteriosa e excêntrica, foi motivo de especulação durante décadas — alegadamente, Jackson dormia numa câmara de oxigénio, tratava o chimpanzee Bubbles como seu filho e queria transformar o seu rosto numa cópia do de Diana Ross, que idolatrava. O músico morava em reclusão num rancho chamado “Neverland”, uma propriedade de dez quilómetros quadrados que mais parecia um parque de diversões — e que esteve recentemente em hasta pública.
A sexualidade de Jackson também sempre foi motivo de especulação. O músico casou por duas vezes: a primeira das quais com Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, o “Rei do Rock n’ Roll”, e depois com a sua enfermeira Deborah Rowe, mãe dos seus dois filhos mais velhos. A identidade da mãe do seu terceiro filho não é conhecida.
Os filhos, sempre escondidos das objectivas dos paparazzi por densos véus de cores escuras têm 12, 11 e seis anos e nomes bizarros: Prince Michael Joseph Jackson Jr, Paris Michael Katherine Jackson e Prince Blanket Michael Jackson II.
Michael Jackson admitiu publicamente ter-se submetido a várias cirurgias plásticas e ter lutado contra dependências de comprimidos e estupefacientes. Um controverso documentário realizado pela britânica Granada Television, em 2003, deixava implícitos vários casos de abuso sexual de meninos que Jackson acolhia no seu rancho e dormiam na sua cama.
Um desses casos chegou a tribunal: em 2005, Michael Jackson foi acusado de abusar de um menino de 13 anos e julgado pelo crime de pedofilia num mediático processo, no qual terminou absolvido. Depois disso, o cantor retirou-se dos Estados Unidos e foi viver para o Bahrain. Passou tempo na Irlanda e França e no passado mês de Maio, regressou a Los Angeles.
Jackson procurava agora reavivar a sua carreira com uma série de 50 concertos na O2 Arena de Londres, cujos bilhetes esgotaram poucas horas depois de serem postos à venda. De acordo com a imprensa norte-americana, esses ecpectáculos seriam uma espécie de pontapé de saída para uma tournée mundial de três anos e um novo álbum de originais. Além disso, Jackson tinha planos para transformar o seu mítico “Thriller” numa espécie de musical para casino, a apresentar em La Vegas e Macau.
A notícia da sua morte foi recebida com choque e consternação nos Estados Unidos — e em particular pela comunidade afro-americana que via Jackson como um emblema da cultura negra nos Estados Unidos. Minutos depois da confirmação da notícia, o reverendo Al Sharpton classificava Michael Jackson como um ícone mundial, e elogiava o seu génio musical e talento artístico, a sua generosidade e humanitarismo. “O mundo nunca deixará de escutar Michael Jackson”, declarou.
O lendário produtor Quincy Jones divulgou um comunicado lamentando a perda de Michael Jackson. “Michael tinha tudo: talento, graça, profissionalismo e dedicação. Hoje perdi o meu irmãozinho; parte da minha alma morreu com ele”.
Os fãs do artista começaram imediatamente a reunir-se nas imediações do centro médico da UCLA (onde estavam reunidos os seus irmãos) e da casa em Holmby Hills que o músico alugara recentemente, obrigando a polícia a intervir para garantir a circulação automóvel. Em Nova Iorque, Times Square tornou-se o centro das homenagens.
Muitas rádios americanas começaram a passar exclusivamente a música de Michael Jackson. A MTV recuperou os seus “telediscos” numa emissão especial. No YouTube, os vídeos de Jackson passaram a ser os mais procurados.
25.06.2009 - 22h49 Rita Siza, Washington
in, PÚBLICO
FARAV - FEIRA DE ARTESANATO DE AVEIRO

A FARAV – Feira de Artesanato de Aveiro vai realizar-se no Parque de Exposições de Aveiro de 26 de Junho a 5 de Julho de 2009. A participação de um maior número de artesãos certificados e de municípios e a estreia do Festival Nortada marcam a edição deste ano.
Organizada pela Aveiro-Expo, E.M., pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, pela BARRICA – Associação de Artesão da Região de Aveiro e pelo Turismo Centro de Portugal, com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Aveiro, em 2009, a FARAV comemora 30 anos e consolida o novo modelo, adoptado com sucesso há um ano, que alia o artesanato mais verdadeiro ao turismo mais qualificado.
No Pavilhão do Artesanato marcam presença 150 artesãos, exibindo artes manuais como a tecelagem, a cerâmica, a tanoaria, a pintura e os bordados, entre outras. Daqueles, 84 possuem Carta de Artesão e outros 27 efectuaram já o respectivo pedido de certificação.
No Pavilhão dos Municípios, 32 autarquias, associações de municípios e entidades de promoção turística mostram o que de melhor se faz nos seus concelhos e regiões, promovendo artesanato, sabores e destinos.
A FARAV’09 promove a primeira edição do Festival Nortada. Katia Guerreiro (27 de Junho), Carminho (2 de Julho) e Camané (4 de Julho) integram o cartaz desta primeira edição dedicada ao fado.
Os concertos estão agendados para as 22:00 horas e os bilhetes custam €5,00, €3,00 e €5,00, respectivamente, e permitem o acesso gratuito ao recinto FARAV. Os bilhetes para o I Festival Nortada podem ser adquiridos no Parque de Exposições de Aveiro a partir do dia 26 de Junho.
A FARAV inclui uma Mostra de Gastronomia Regional. Quatro restaurantes criteriosamente seleccionados e 25 Tasquinhas permitem descobrir e provar os melhores sabores. Desde os doces, passando pelos queijos e enchidos, até aos vinhos e licores confeccionados a partir das receitas mais antigas. Também não faltam o leitão e as carnes certificadas.
A FARAV’09 vai decorrer no Parque de Exposições de Aveiro de 26 de Junho a 5 de Julho e pode ser visitada no seguinte horário:
Pavilhões de Exposição:
2ª a 6ª feiras das 16h às 24h
Sábados e Domingos das 14h às 24h
Mostra de Gastronomia - Restaurantes e Tasquinhas:
2ª a 6ª feiras das 16h às 24h
Sábados e Domingos das 14h às 24hBilheteiras2ª a 6ª feiras das 15h às 24h
Sábados e Domingos das 13h às 24h
Bilhete FARAV:
€1,50 (entrada para duas pessoas).
Não dá acesso ao recinto Nortada
Bilhete Nortada – permite acesso gratuito ao recinto FARAV:
Katia Guerreiro (27 de Junho, 22h): €5,00
Carminho (2 de Julho, 22h): €3,00
Camané (4 de Julho): €5,00
Bilhete Nortada – permite acesso gratuito ao recinto FARAV:
Katia Guerreiro (27 de Junho, 22h): €5,00
Carminho (2 de Julho, 22h): €3,00
Camané (4 de Julho): €5,00
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