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16 de maio de 2007

Pico...

Dia 3 (Terça):
Bem... depois de um acordar cedo, a viagem para a bela Ilha do Pico correu pelo melhor, com a excepção do barulho das hélices... enfim... aviões...


Chegámos ao aeroporto e fomos recebidos pelas senhoras do rent-a-car Ilha Verde. Foram 5 estrelas e acabaram por nos sugerir um sítio para passar a noite fantástico - Aldeia da Fonte (http://www.aldeiadafonte.com/). O dia começou na vila da Madalena. Dali seguimos para o Pico, ou melhor, para onde a estrada segue até ao Pico. Depois de vislumbrar daquela vista maravilhosa, seguimos em direcção a Lajes do Pico onde almoçamos. 
No fim de almoço fomos ao Museu Baleeiro. Seguimos pela estrada, sempre junto ao Atlântico, até São Roque. Dali seguimos novamente em direcção à Madalena e depois, junto ao mar, até Lajes do Pico onde jantamos no restaurante do aldeamento uma bela telha de cherne com camarão, regada por um vinho branco das região e um geladinho de sobremesa...

Dia 4 (Quarta):

Depois de uma noite muito bem dormida rumamos à aerogare do Pico para partirmos numa nova aventura, a ilha Terceira...


 

São Miguel...

Partimos de Lisboa num Sábado à tardinha... A viagem correu bem, com o pequeno aparte de eu não gostar muito de aviões!!! Chegámos a São Miguel ao anoitecer e depois de nos instalarmos fomos jantar. Como um centro comercial ao pé de casa - Parque Atlântico, não resistimos o fomos provar a comidinha de fast food açoriana :)
Devido a um pequeno (GRANDE) problema técnico do cartão memória da máquina digital, ainda não nos foi possível ver as mil e muitas fotografias que tiramos nos primeiros dois dias... Mas como diz o meu amorzinho, nada está perdido!!!


Dia 1 (Domingo):

No primeiro dia saímos de São Miguel em direcção a Feteiras, Candelária, Ginetes, Várzea e, senão me falha a memória almoçamos em Mosteiros. Depois do almoçinho - espetadas de lulas (sem buracos, moda dos Açores com certeza...) seguimos em direcção a Bretenha, Remédios, Capelas, Fenais da Luz, Calhetas e claro, a tão famosa vila de Rabo de Peixe. Parámos para um geladito Na Ribeira grande e regressámos a Ponta Delgada. Pelo caminho passámos pela Lagoa do Fogo, mas devido ao intenso nevoeiro nã
o se via rigorosamente, e perdoe-me a expressão, a ponta de um corno.
À noite jantámos num lugar fantástico, Restaurante Mercado do Peixe, junto à marginal de ponta Delgada. E nada melhor para um serão do que ver uma actuação do Grupo de Fados de Coimbra da Universidade do Algarve - INVERSUS.


Dia 2 (Segunda):


No segundo dia partimos em direcção a um segunda tentativa de ver a Lagoa do Fogo. É uma vista fantástica e aconselho a todos o que forem a Ponta Delgada a dar um pulinho lá. Seguimos depois em direcção a Ribeira Grande, Porto Formoso. Um pouco antes, paramos segundo nos parece, na Baía de Santa Íria. Um lugar mágico! Para mim dos lugares mais bonitos que vi até hoje... Seguimos viagem, Porto Formoso, Maia, Lomba da Maia e Fenais da Ajuda onde almoçamos uma bela de uma costela de novilho, hummmmmmmm, maravilhosa. Continuamos a viagem, Achadinha, Achada, Santana, Nordestinho, Lomba da Fazenda, Nordeste (não, não é o nordeste brasileiro...), Água Retorta, Faial da Terra, Povoação. Furnas, Vila Franca do Campo, Lagoa e por fim novamente Ponta Delgada.


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6 de maio de 2007

Descobrir os Açores...

Com quase 600 anos de presença humana continuada, os Açores já ganharam um lugar importante na história portuguesa e na história do Atlântico. Os portugueses começaram a povoar as ilhas por volta 1432. As primeiras referências às ilhas dos Açores aparecem em documentos portugueses da primeira metade do século XV. Segundo alguns documentos históricos, estas ilhas estavam desertas, daí que o povoamento destas ilhas terá começado por esta altura, não só com portugueses, oriundos principalmente do Algarve e do Alentejo, mas também com flamengos, bretões e outros europeus e norte-africanos.
São nove lugares de aventura, nove surpresas de encantar: golfinhos e baleias saltam no mar, as paisagens – de natureza vulcânica coberta de verde – são inesperadas, tufos de hortênsias liláses dividem os pastos, lagoas azuis e verdes, crateras de vulcões extintos, terra fumegante. Nove lugares mágicos no meio do Atlântico. As outras ilhas à distância duma pequena viagem de barco. Observe o Pico, a partir do Faial. É provável que o cume se eleve acima das nuvens de algodão em rama...
Decidimos descobrir a “nossa” Atlântida e fomos à descoberta dos Açores...

Atlântida...

Muitos foram os livros que se escreveram sobre esse lugar lendário, contanto tantas histórias quantos os escritores e os investigadores que se debruçaram sobre o assunto. Desde Platão que no seu livro de Timeo disse:
"Pois, naquele tempo, podia-se atravessar o mar. Tinha uma ilha diante dessa passagem que vós chamais as colunas de Hércules. Esta ilha era maior que a Líbia e a Ásia reunidas. Os viajantes daqueles tempos podiam passar desta ilha para outras ilhas, e dessas ilhas podiam alcançar o continente, na margem oposta deste mar que merecia verdadeiramente o seu nome..."
Jiroff, cientista Russo, que define desta forma a geografia da Atlântida: "Segundo a nossa opinião, a Atlântida compunha-se de três partes: a ilha setentrional chamada Poseidonis, a de maior tamanho, situada ao pé do antiplano das actuais ilhas dos Açores; a estreita ilha central da Antília, situada mais ao Sul; e o Arquipélago Equatorial que chegava até às proximidades do Equador, perto dos actuais recifes de São Paulo".
Algumas lendas também fazem referência à Atlântida, principalmente ao arquipélago do Açores...
Será ???

20 de abril de 2007

IX FARTUNA…

Ainda não tinha tido tempo de expressar neste meu cantinho, algumas das considerações sobre o XI FARTUNA – Festival de Tunas Académicas da Cidade de Faro.


Este ano, como não podia deixar de ser excepção, o primeiro dia do festival, foi noite de serenatas às mais lindas donzelas de Faro (entre elas, claro, as Guias…) no belo cenário do Largo do Carmo. Ainda que nem todas as Tunas tenham dado a sua contribuição (o que foi realmente uma pena…), foi sem dúvida um bonito espectáculo e um belo prenuncio do que iria ser um fim-de-semana de festa…
A noite foi longa, longa, longa… mas longo iria ser o dia…
Depois de um acordar que se poderá dizer complicado (ninguém acordas às 10h da manhã num festival sem ser as guias… ninguém abre a porta em Boxers sem ser os pandeiretas… ninguém consegue acordar a Estudantina de pois de uma noite muito longa sem ser a Corneta e a Caracoleta… e seria uma longa lista de sess se eu continuasse…) veio o almocinho seguido de um cafezinho no cantinho com mais Sol da Penha.
Durante a tarde realizou-se o tradicional Passe Calles na baixa da cidade, que ainda com algum atraso, foi cheio de alegria e boa disposição. Desde já um muito obrigado aos infiltrados lisboetas que conseguiram passar na fronteira para o Algarvaquistão, Afilhada e Vodka!
Mais uma ficha e mais uma voltinha, e vá de encher o estômago pois a noite avizinha-se “difícil”…
O auge do festival propriamente dito foi Teatro das Figuras (onde as paredes falavam… cenas estranhas e muito à frente!!!) e que contou com a presença das seguintes tunas:


A concurso:
TAFUL – Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa
TUMa – Tuna Universitária da Madeira
Ma"ESTIG"ama Tuna – Tuna Académica Masculina da E. S. T. G. de Beja
A convite:
Feminis Ferventis – Tuna Académica Feminina da Universidade do Algarve
Estudantina Universitária de Coimbra
A organização:
Versus Tuna – Tuna Académica da Universidade do Algarve


O final de um festival é sempre uma festa… Hoje há festa no Millénium, no Millénium, no Millénium… Para contar ficam os momentos de diversão, convívio e claro… de saudade… e ainda aqueles que dificilmente nos lembramos (culpa da TAGUS!!!). Os meus sinceros votos de parabéns à Versus Tuna, que mais uma vez mostrou e demonstrou que o espírito académico está vivo e presente na nossa linda e bela Cidade de Cetim… Faro…


Para a posteridade ficam os resultados…
Melhor Estandarte – TUMa
Melhor Pandeireta – TUMa
Melhor Solista- TAFUL
Melhor Instrumental – TAFUL
2º Melhor Tuna – TUMa
Melhor Tuna – TAFUL
Tuna mais Tuna (organização): TUMa
Melhor Serenata (guias): TAFUL
Melhor Pasacalles (organização): TUMa
Tuna + bebedoura: TUMa


E ainda…
Melhores Pernas – Feminis Ferventis
Melhores Pandeiretas com e sem Sapatos: Feminis Ferventis
Melhor Fio de Pesca: Feminis Ferventis
Melhor Ama de Bebedeiras: Sagrada ou melhor, Santinha…
Melhor Bebedeira: a minha, que só deu ressaca dois dias depois… mas foi GRANDE!!!
Melhor Cozinheira Pós-Festival: Marisa


Para o ano à mais…